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Chocolate amargo a favor da saúde

Publicações internacionais apresentam pesquisas que atestam os efeitos terapêuticos do cacau e do chocolate em pó amargo contra o envelhecimento

O chocolate é uma fonte rica de antioxidantes. Reportagem publicada no Report Chemistry Central Journal afirma que o chocolate contém mais polifenóis e flavonóides do que alguns sucos de fruta, como os de açaí, romã e cranberry (fruta vermelha do hemisfério Norte).

Antioxidantes são substâncias que ajudam no equilíbrio do organismo. São produzidas pelo próprio corpo ou podem ser encontradas em alguns alimentos. A função dos antioxidantes é neutralizar a ação de radicais livres, moléculas capazes de oxidar e mudar a estrutura de outras partículas.

A oxidação é ligada ao aparecimento de algumas doenças e ao envelhecimento. Os antioxidantes teriam, portanto, a função de prevenir o aparecimento de doenças e retardar o envelhecimento, mas o assunto ainda causa polêmica no meio cientifico.

Os pesquisadores concluíram que a quantidade de antioxidantes presentes no chocolate em pó e amargo é maior do que em determinados sucos de frutas, excelentes fontes dessas substâncias. Por isso, o cacau pode ser considerado uma valiosa fonte de antioxidantes.

Outra pesquisa, publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, mostra como o chocolate aumenta a produção do colesterol bom (HDL). Segundo a reportagem, os polifenóis presentes no cacau aceleram a atividade de certas proteínas, incluindo aquelas que se ligam ao DNA, para aumentar os níveis de colesterol bom e diminuir o colesterol ruim (LDL).

A explicação é que eles aumentam os níveis da apolipoproteína A1, principal componente do colesterol bom, e diminuem a B (ApoB) no fígado e no intestino.

Os cientistas recomendam que, para manter a saúde, as pessoas controlem o peso e tenham alimentação variada e equilibrada.
Informações adicionais:


Marcas da qualidade

Nestlé e Garoto estão entre as 10 marcas de melhor reputação diante do consumidor brasileiro, revela estudo da revista Exame 

Das 100 maiores empresas em operação no Brasil, a subsidiária brasileira da Nestlé, tradicional produtora de alimentos e chocolate, ocupa o primeiro lugar no ranking de reputação. Trata-se de resultado apontado por pesquisa feita no Brasil pelo Reputation Institute, com sede em Nova York, especialmente para a revista Exame.   
Segundo a pesquisa, as dez empresas com melhor reputação entre os consumidores brasileiros são a Nestlé, Mercedes Benz, Johnson & Johnson, Sadia, Natura, Philips, Avon, Garoto, Pirelli e Honda. Elas têm em comum o fato de terem poucas reclamações em órgãos de defesa do consumidor e estarem há bastante tempo no mercado. A Nestlé opera há nove décadas no Brasil, o que lhe permitiu construir uma imagem sólida entre diversas gerações.

Também é importante o fato de contarem com serviços de atendimento ao consumidor e investirem em campanhas institucionais. A Nestlé, por exemplo, investe grande parte da sua verba anual de marketing no patrocínio a artistas. Com o advento da internet e das redes sociais, ficou ainda mais difícil administrar a reputação de uma empresa, por multiplicarem a opinião de grupos ou indivíduos insatisfeitos.

Por isso, a Nestlé monitora o que se fala na internet sobre a companhia desde 2007. Chegou mesmo a voltar atrás na decisão de lançar novos sabores e formatos do Nescau para atender ao pedido dos consumidores, que desejavam o produto em sua versão tradicional.

Para preservar sua imagem, há quatro anos, a Natura criou um departamento de ouvidoria, para resolver problemas antes que assumam maiores proporções. No ano passado, o departamento atendeu a mais de 10 mil solicitações via telefone e internet.

Mais informações no site: 


Interior da região Sudeste tem potencial de consumo em ascensão

Estudo revela que o aumento do potencial de consumo, nos últimos cinco anos, em cidades do interior da região Sudeste supera a média nacional

O crescimento do potencial de consumo da população do interior da Região Sudeste do País superou a média nacional no período compreendido entre os anos de 2005 e 2010. Esse dado foi revelado em pesquisa da agência IPC Target, que cria um indicador para avaliar a potencialidade de consumo nacional.

Conforme o estudo, o potencial de consumo no interior do Sudeste cresceu 95,6% até agora, enquanto que, nas áreas metropolitanas da mesma região, o ritmo de aumento foi de 89%. No restante do País, o potencial de consumo teve alta de 95,5%.

Outro resultado importante: o consumo das famílias brasileiras deverá crescer 6,1% em 2010, acima da economia do País – cuja previsão de alta é de 5%. No total, os brasileiros vão gastar R$ 2,2 trilhões na aquisição de produtos e serviços, montante 22% acima do projetado no ano passado. O crescimento deverá ser superior a R$ 338 bilhões quando comparado a 2009.

O diretor-geral da IPC Target, Marcos Pazzini, avalia que a diferença de comportamento na taxa de crescimento entre as áreas metropolitanas e o interior do Sudeste é causada, principalmente, pela tendência de migração dos investimentos, inclusive do setor industrial. Ele lembra que os custos tendem a ser mais altos nas regiões metropolitanas e estimulam a transferência de empresas, e até de profissionais, em busca de melhor qualidade de vida. Além disso, quase sempre há benefícios oferecidos pelas prefeituras, como incentivos fiscais e doações de terrenos para atrair novos empreendimentos. "E a tendência é que o processo continue nos próximos anos", avalia.



Outra explicação para o crescimento mais acelerado do interior do Sudeste é atribuído ao desempenho do agronegócio. Entre 2005 e 2010, o número de empresas neste setor no Brasil cresceu 250,5%, ante 33,5% em média das companhias das demais áreas. A quantidade de empresas do agronegócio no Sudeste, por sua vez, teve alta de 338,1%. Esta tendência ganha mais relevância quando se consideram somente as cidades do interior da região Sudeste, onde o surgimento de novas empresas ligadas ao setor agrícola atingiu 414,5% em cinco anos.

O IPC Target de 2010 também consolida a importância da classe C, que concentra o maior contingente de domicílios urbanos: 48,7%, respondendo por 27,7% de tudo que será consumido no País. A classe C vai absorver R$ 579,7 bilhões do consumo nacional, elevando o poder de compra em relação a 2009, quando essa cifra era de R$ 532 bilhões.

Os itens básicos liderarão  os gastos da população brasileira, como  manutenção do lar, que incorporam despesas com aluguéis, impostos e taxas, luz-água-gás (27,6%); alimentos e bebidas (19,7%); transportes/veículos  (7,6%);  higiene/cosméticos e saúde  (7,3%); vestuário e calçados  (5,3%);  seguidos de recreação e viagens (3,7%);  educação  (2,6%);  eletrônicos-equipamentos  (2,2%); móveis e artigos do lar  (2%), e fumo  (0,7%).

Informações adicionais sobre o IPC Target 2010 estão nos links:
http://www.abadnews.com.br/newsn.php?codigo=1320&origem=email
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100611/not_imp564762,0.php
http://www.clientesa.com.br/estatisticas/default.asp?pag=matintegra&matID=39273