Mostrando postagens com marcador Candies. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Candies. Mostrar todas as postagens


Fruittella e Docile apostam nas mídias sociais


Fabricantes de balas utilizam Twitter e Facebook para estreitar o relacionamento com os clientes e fortalecer a imagem da marca
 

Promoção "Copa de Sabores" da Docile investe na fidelização de clientes através do Facebook
Em abril, as fabricantes de candies Perfetti Van Melle e Docile investiram em promoções nas redes sociais para fortalecer o relacionamento com os clientes. No dia 11 de abril, a Fruittella Fruit Mix, linha de balas duras da Perfetti Van Melle, realizou uma campanha no Twitter para divulgar seu lançamento. Os 500 primeiros usuários que seguiram o perfil @fruittella_br e escreveram uma frase com a hashtag (palavras-chave associadas a uma informação) #FruittellaFruitMix ganharam amostras do novo produto, o primeiro stick sortido de morango e laranja combinados com creme.

A iniciativa deu certo e, desde o início da promoção, a Fruittella conquistou mais de 2 mil novos seguidores. O gerente de marketing da empresa, Filippo Vidal, afirma que estas ações estimulam o engajamento do consumidor. “Isso nos torna mais próximos do público, pois é nas redes sociais que os fãs podem falar conosco, mostrar o que pensam e sentem em relação à marca.”

Ação no Twitter sorteia novo produto da Fruittella

A Docile investiu em uma campanha interativa na página de fãs no Facebook (fanpage) da marca, com o concurso cultural Copa dos Sabores, que vai até 5 de junho. Na ação, os sabores das pastilhas Minty disputam a preferência do público em uma votação. Quem justificar seu voto concorre a kits e, na final, o vencedor receberá pastilhas Minty gratuitamente durante um ano. “Com promoções nas mídias sociais divulgamos nossos produtos e sutilmente fazemos parte do cotidiano das pessoas que estão conectadas com a Docile”, conta Ricardo Heineck, diretor de marketing da empresa.

Imagens: Assessoria de imprensa


Balas Santa Rita se renova para crescer

Empresa mineira investe em produtos de maior valor agregado e exportações
para superar avanço de 10% registrado nos últimos dois anos



Fábrica da Santa Rita fica em Oliveira (MG)

A Balas Santa Rita está investindo em produtos com maior valor agregado e nas exportações para continuar crescendo em 2012. Atualmente, a empresa conta com mais de 140 produtos e está presente em todos os estados brasileiros e em países como Angola, Chile, Uruguai e Venezuela.

Em 2011, a Santa Rita registrou crescimento de 10% em volume em relação a 2009. Para chegar aos 25% de aumento de produção pretendidos neste ano, a empresa tem como meta ampliar suas exportações para 15% do total fabricado – atualmente, o mercado externo é o destino de 5% dos produtos.


A unidade fabril conta com 290 funcionários

Além disso, a empresa está mudando sua abordagem junto ao consumidor brasileiro, priorizando questões como embalagem e atendimento e valorizando itens mais sofisticados. “Planejamos um upgrade com base no remanejamento interno e na renovação de tecnologias. É uma visão que trouxemos de multinacionais para a Santa Rita”, explicou Paulymar Rezende, gerente nacional de vendas da empresa. “Também estamos contratando uma agência de marketing para ajudar na reformulação das embalagens”, completou.

Imagens: Divulgação


Docile aposta em sabores e texturas diferenciadas para a nova linha DociGummies

Empresa gaúcha investiu cerca de 2 milhões de euros no produto, da importação de equipamentos ao desenvolvimento de embalagens
Nova linha DociGummies: textura mais macia e oito formatos
Alexandre Heineck,
diretor comercial da Docile 



O mercado de balas no Brasil está em busca de inovações. Prova disso é o lançamento da nova linha de balas de gelatina DociGummies, da Docile. Com textura mais macia, oito formatos diferentes e uma ampla gama de sabores, suas embalagens foram elogiadas por sites especializados em design de criação da Polônia, Costa Rica, Reino Unido e Estados Unidos. “Criar embalagens que despertem expectativa positiva no consumidor é parte importante de nossa estratégia de mercado”, conta Ricardo Heineck, diretor de compras e marketing da Docile.
Para o lançamento, a empresa gaúcha investiu cerca de 2 milhões de euros, valor que contemplou desde a importação de equipamentos específicos para cozimento e moldagem das balas até a criação do layout das embalagens e a divulgação do produto. “Esses diferenciais procuram atingir um consumidor exigente e que prioriza a qualidade daquilo que está adquirindo”, explica Alexandre Heineck, diretor comercial da empresa. No começo do ano, a Docile participou de duas feiras – a International Susswaren Messe (ISM), em Colônia, na Alemanha, e a Gulfood, em Dubai, onde apresentou a novidade.
O produto chega às gôndolas brasileiras em um momento de modernização do setor de balas. Novos sabores, texturas e embalagens de design caprichado vêm ocupando espaço cada vez maior na estratégia das empresas. “O mercado tradicional está saturado, por isso há um movimento de busca por produtos de valor agregado”, afirma Getulio Ursulino Netto, presidente da ABICAB.


Inovação impulsiona crescimento

No setor em que a guerra de preços não dá trégua, ABICAB recomenda pesquisa,
tecnologia e inovação para atingir o sucesso

Ascensão das classes C e D oferece boas perspectivas,
diz o vice-presidente do setor Candies, Alexandre Heineck

Para sobreviver e evoluir no acirrado mercado de Candies, fabricantes de gomas de mascar, balas e confeitos não podem abrir mão de investimentos em pesquisa, tecnologia e inovação. É o que afirma Alexandre Heineck, vice-presidente do setor de Candies da ABICAB. “Se a intenção for crescer, é preciso estar atento às tendências e, mais, ser capaz de surpreender um público cada vez mais acostumado com o diferente”.
Heineck lembra que as possibilidades de criação são infinitas nesse mercado de delícias. Segundo ele, candies podem ser duras, macias, mistas, recheadas, drageadas, cobertas de chocolate etc. O vice-presidente ressalta que podem ter o formato de um coração, de uma lua, de uma estrela ou de um bichinho. “Porém, tendo a tecnologia como aliada, sempre é possível conseguir inovações”, sustenta.
Exemplo de inovação, o Trident Sensations, da norte-americana Kraft Foods, traz duas camadas de goma frutada com o centro cremoso de outro sabor. Outro exemplo de produto inovador, o Halls XS (sigla em inglês para "Extra Small") vem com bolinhas refrescantes embaladas em caixa com abertura especial. Aromatizantes e ingredientes diferenciados são fundamentais para garantir o que pode ser encarado como a razão de existir desses produtos: proporcionar prazer prolongado pelo paladar. “Um estudo qualitativo desenvolvido pela ABICAB revelou que novos sabores, sobretudo de frutas, geram alta curiosidade e desejo de experimentação por parte dos consumidores, independentemente de idade”, conta Heineck.
Além disso, o executivo fala sobre saudabilidade. “A utilização de aromas e corantes naturais nos processos industriais é tendência global e, em alguns países, exigência da lei.” Heineck lembra que, segundo a Euromonitor, as variantes sem açúcar correspondem, no Brasil, ao terceiro volume em vendas do setor de gomas de mascar e são elas as impulsionadoras de todo o mercado nacional, que cresceu 11% em valor no ano passado. “O Trident é um bom exemplo: tornou-se foco dos investimentos da Kraft Foods; em 2011, a empresa chegou a alcançar uma participação de 73,5% em gomas – alta de 12,5% em relação a 2010”, enfatiza.
Para Heineck, ainda no que se refere à inovação no segmento de candies, há de se considerar a embalagem. Segundo ele, pesquisas nos pontos de venda indicam que balas e chicles são comprados, basicamente, por impulso. Por isso ele recomenda atenção. “Embalagens originais, criativas, chamativas podem ser a fronteira entre o experimentar e o passar despercebido”, salienta.
Tradicional marca da Kraft Foods, o Halls
ganhou nova versão com embalagem diferente
Heineck salienta que, para a ampliação do negócio, logística e consumidor são pontos cruciais. “É imprescindível investir em diferentes canais de distribuição: supermercados, lojas de conveniência, lojas de festas, atacadistas generalistas, ‘cash & carry’.” Além disso, o vice-presidente pondera que “atrair e fidelizar novos apreciadores de balas e chicles são desafios constantes”.
Nesse contexto, o vice-presidente diz que a ascensão das classes C e D oferece boas perspectivas aos empresários do setor. Segundo Heineck, interessante mencionar que tanto para Trident quanto para Halls, os jovens da classe C são prioridade. Aliás, o executivo lembra que as balas e gomas da companhia estão disponíveis em mais de 650 mil pontos de venda em todo o Brasil, de pequenos varejos até hipermercados, somando uma penetração da ordem de 75%.
Heineck observa que o mercado de candies está em franca expansão (são fabricadas 500 mil toneladas de produtos e o consumo interno cresceu 18% em 2010 em relação a 2009). Porém, segundo o executivo da ABICAB, é possível ir muito mais longe. Basta refletir em cima dos seguintes dados: o consumo per capita de gomas de mascar entre os brasileiros é de 300g; no México, o número salta para 500g e, nos Estados Unidos, atinge 800g.

(Crédito: Divulgação / Kraft Foods)


Embaré projeta crescer acima de 20% em 2010

Venda de caramelos e toffees alavancam o resultado da empresa mineira e atenua a perda de competitividade do leite em pó frente aos importados

Graças ao desempenho das vendas de caramelos e toffees, a produtora de lácteos mineira Embaré deverá fechar 2010 com aumento de 20% a 28% no faturamento: a receita deverá passar dos R$ 509 milhões, obtidos em 2009, para R$ 650 milhões este ano. O segmento de candies corresponde a 8% do faturamento e tem 52% da sua produção exportada.  

O carro-chefe da Embaré é o leite em pó, responsável por 80% das vendas. A valorização do real, porém, segundo o diretor da empresa, Haroldo Antunes, está “sacrificando o negócio”. Ele explica que a produção de um quilo de leite em pó custa para a Embaré R$ 6,50, enquanto o importado sai por R$ 5,10. Mesmo assim, a sua produção na planta da fábrica mineira deverá aumentar entre 21% e 22% em 2010, o que não será suficiente para que a unidade de leite em pó, com  capacidade de cinco mil toneladas mensais, opere a plena carga. 

A unidade recebeu, em 2008, investimentos de R$ 65 milhões para ampliação da sua capacidade e modernização. Em 2010, a Embaré devera investir R$ 8 milhões para a reposição de equipamentos.